Tinha a barba branca e vendia canetas no metro. Canetas que passavam cheques redondos, assinavam contratos milionários, escreviam cartas de amor. Canetas que os seus donos levavam para mundo com que o homem de barbar branca nem podia sonhar. Não tinha identidade, não tinha um livro de cheques, não trabalhava com contrato assinado, nem tinha [...]
que as minhas “histórias” provoquem…
estava sentado naquele banquinho verde, na estação dos comboios. Ainda não tinha passado o comboio que o levava a um porto seguro, e já estava ali havia 7 dias. Resolveu perguntar, ao senhor de chapéu azul que todos os dias olhava para ele com a ternura de quem olha uma flor a desabrochar. “Quando passa [...]
“ahh se eu pudesse não partir,
eu ficava aqui contigo
se pudesse não querer descobrir,
ahh se eu pudesse não escolher
eu juro, era este o meu abrigo
se pudesse não saber que há mais,
mas como pode a lua não querer o céu?,
como pode o mar não querer o chão?
como pode a vontade acalmar o desejo?
como posso eu ficar?
ahh se [...]
estava ali a olhar para mim, sem saber como me dizer…
(As pessoas raramente expressam o que sentem, têm medo de se ferir mais do que querem ser felizes. Alguem me ensinou que a verdade deve ser dita em toda e qualquer circunstância. Hoje sei que assim é. Deixei de fazer eufemismos, hoje sinto, [...]
R – O queijo Limiano tem aspecto tosco, porque é embalado manualmente.
uni Shalaku 0.5 é a marca da minha lapizeira.
P.S – srs e sras, isto , é um excelente exemplo de um post em que não se tem nada para dizer!